Eric Clapton - Complete Clapton

Com mais de trinta anos de carreira, Eric Patrick Clapp é considerado um dos melhores guitarristas do mundo.

Sua rebeldia causou a expulsão da escola de artes e então, ele aprendeu a tocar em pubs e pequenos shows. Começou sua carreira em 1963 na banda The Roosters. Mas só conseguiu reconhecimento quando entrou para os Yardbirds, onde tocou ao lado de outros grandes guitarristas como: Jeff Beck e Jimmy Page (que mais tarde formaria o Led Zeppelin). Deixou a banda em 1966 e após duas passagens pelos Bluesbreakers, formou, juntamente com o baterista Ginger Baker e o baixista Jack Bruce, a banda Cream, que gravou três álbuns e se desfez por diferenças musicais.

Clapton se tornou então, músico de estúdio, gravando um disco solo e tendo uma rápida passagem pela banda Blind Faith, com quem gravou um único disco.
Na época, fez uma participação especial na música dos Beatles "While My Guitar Gently Weeps", gravando o solo de guitarra.

Junto com dissidentes da banda Delanie and Bonnie and Friends, Eric Clapton montou a banda Derek and The Dominos, com quem lançou a música "Layla", um de seus maiores sucessos. Também participou da banda de Duane Allman (que mais tarde fundaria os Allman Brothers).
No início da década de 70, Clapton passou por uma difícil fase de vício em heroína, deixando o meio musical por algum tempo. Sua volta aconteceu em 1974, com o reggae "I Shot The Sheriff". Em 78, o músico apresenta ao público outro grande sucesso: "Cocaine".

No ano de 1990, conquistou seu primeiro Grammy, com a canção "Bad Love".

O auge de sua carreira foi alcançado em 1992, com a música "Tears In Heaven", dedicada a seu filho, que morreu aos 4 anos de idade, ao cair da janela do apartamento de sua namorada. No mesmo ano gravou um disco acústico com seus grandes sucessos. A pouco tempo, divulgou que não tocará mais a música "Tears In Heaven" em seus shows, pois não sente mais o que sentia e precisa voltar a ter sintonia com a canção.

Em 2000 realizou um antigo sonho, gravando o disco "Riding With The King" ao lado de B. B. King, seu amigo desde 1967. O trabalho é recheado de releituras vibrantes de standards do blues, canções mais recentes e um clássico do soul.

Ficha Técnica

Nome Verdadeiro: Eric Patrick Clapp
Data de Nascimento: 30 de março de 1945
Local de Nascimento: Ripley, Inglaterra

Queen + Paul Rodgers - Return of the Champions


Com o primeiro adicional na discografia do Queen, trago a vocês uma verdadeira desgraceira que o "Queen" fez. Sim meus amigos, desgraceira e Queen entre aspas, por dois motivos:
1 - Somente o Brian May e o Roger Taylor tocaram, já que o John Deacon se retirou do grupo após o especial de um ano de falecimento do Freedy Mercury,
2 - O Paul Rodgers não canta nada, para ser sincero, ele canta como se tivesse um alicate de pressão apertando o saco dele e uma meia suja na garganta, ou seja: canta menos que qualquer pagodeiro ou cantor de axé (é triste dizer isso, mas é verdade).

Para aqueles que nunca ouviram falar nessa desgraça de cantor, no Wikipedia diz: Foi o mítico vocalista da banda Free formada no final dos anos 1960 que teve exitos como "Wishing Well" e "All Right Now", que mais tarde iria a acabar dando lugar à Bad Company, que também teve magníficos êxitos tais como "Can't Get Enough Your Love" e "Feel Like Makin' Love".

Mesmo com um cantor medíocre como o Rodgers, a guitarra está impecável, a bateria ótima como sempre e o baixista soube copiar o grande e caladão Deacon, Love of my Live foi novamente cantada pelo público (na maior parte), e Hammer to Fall teve uma versão que merecia ter sido cantada pelo saudoso Freddy Mercury (detalhe, é a única que realmente saiu boa na voz do Paul bagaceiro Rodgers até a música voltar a sua versão normal, pois a voz - ainda não sei como pude dizer que ele tem voz - dele deveu violentamente).

Bom, sem mais delongas, para baixar o álbum duplo, basta clicar nos links abaixo:

1984


"Guerra é paz,

Liberdade é escravidão,

Ignorância é força."

No livro conta-se a história de Winston, um apagado funcionário do Ministério da Verdade da Oceania e de como ele parte da indiferença perante a sociedade totalitária em que vive, passa à revolta, levado pelo amor por Júlia e incentivado por O'Brian, um membro do Partido Interno com quem Winston simpatiza; e de como acaba por descobrir que a própria revolta é fomentada pelo Partido no poder. E também de como, no Quarto 101, todo homem tem os seus limites.

A trama se passa na Pista No. 1, o nome da Inglaterra sob o regime totalitário do Grande Irmão (no original, Big Brother) e sua ideologia IngSoc, e conta a história de Winston Smith, funcionário do Ministério da Verdade, um órgão que cuida da informação pública do governo. Diariamente, os cidadãos devem parar o trabalho por dois minutos e se dedicar a atacar histericamente o traidor foragido Emmanuel Goldstein e, em seguida, adorar a figura do Grande Irmão. Smith não tem muita memória de sua infância ou dos anos anteriores à mudança política e, ironicamente, trabalha no serviço de rectificação de notícias já publicadas, publicando versões retroactivas de edições históricas do jornal The Times. Estranhamente, ele começa a interessar-se pela sua colega de trabalho Julia, num ambiente em que sexo, senão para procriação, é considerado crime. Ao mesmo tempo, Winston é cooptado por O'Brien, um burocrata do círculo interno do IngSoc que tenta cooptá-lo a não abandonar a fé no Grande Irmão.

De fato, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro é uma metáfora sobre o poder e as sociedades modernas. George Orwell escreveu-o animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo. Ele foi um dos primeiros simpatizantes ocidentais da esquerda que percebeu para onde o stalinismo caminhava e é aí que ele vai buscar a inspiração - lendo Mil Novecentos e Oitenta e Quatro percebe-se que o Grande Irmão é baseado na visão de Orwell sobre os totalitarismos de vária índole que dominavam a Europa e Ásia na época. Stalin, também Hitler e Churchill foram algumas das figuras que inspiraram Orwell a escrever o romance.

O estado controlava o pensamento dos cidadãos, entre muitos outros meios, pela manipulação da língua. Os especialistas do Ministério da Verdade criaram a Novilíngua, uma língua ainda em construção, que quando estivesse finalmente completa impediria a expressão de qualquer opinião contrária ao regime. Uma das mais curiosas palavras da Novilíngua é a palavra duplipensar que corresponde a um conceito segundo no qual é possível o individuo conviver simultaneamente com duas crenças diametralmente opostas e aceitar a ambas.

Outra palavra da Novilíngua era Teletela, nome dado a um dispositivo através do qual o Estado vigiava cada cidadão. A Teletela era como que um televisor bidirecional, isto é, que permitia tanto ver quanto ser visto.

No livro, Orwell expõe uma teoria da Guerra. Segundo ele, o objectivo da guerra não é vencer o inimigo nem lutar por uma causa. O objetivo da guerra é manter o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas. A guerra serve para destruir os bens materiais produzidos pelos pobres e para impedir que eles acumulem cultura e riqueza e se tornem uma ameaça aos poderosos.

Fonte: Wikipedia

O livro está em português ou inglês e é possivel baixar no formato DOC ou PDF, basta clicar nos links

1984 (port).doc___1984 (port).pdf
1984 (ing).doc___1984 (ing).pdf

Em 1984, o livro foi adaptado para o cinema, dando origem a um longa-metragem que tem no elenco o ator John Hurt como Winston, Richard Burton como O'Brien (em seu último papel no cinema) e trilha sonora que inclui canções do grupo Eurythmics.

Graças ao F.A.R.R.A. do grande Eudes (onde achei os links), é possivel ver esse filme em inglês com legendas e dublado.
Para o download, basta clicar nos links

Formato: rmvb
Áudio: Inglês
Legendas: Português/BR
Duração: 1:50
Tamanho: 364 MB
Dividido em 04 Partes
Servidor: Rapidshare

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Versão dublada (links Squivo)

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